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Como investir na bolsa de valores?

23 de março de 2022
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A bolsa de valores é um ambiente organizado onde ocorrem diferentes negociações financeiras. Esse mercado é regulamentado, o que ajuda a evitar fraudes. No Brasil, a bolsa de valores é a B3, que fica localizada em São Paulo. Ao saber como investir na bolsa de valores, você pode aproveitar essa alternativa.

Porém, antes de tomar a decisão de investir em ações ou fundos da bolsa, é essencial conhecer os pontos positivos e os negativos. Além disso, vale a pena entender como funciona uma alternativa que pode ser um investimento melhor.

Neste artigo, você descobrirá tudo sobre a bolsa de valores e como usar o consórcio como investimento. Confira!

Como investir na bolsa de valores?

Caso você tenha interesse em investir na bolsa de valores, saiba que é preciso abrir conta em uma instituição financeira — que pode ser uma corretora de valores ou um banco de investimentos.

Essa instituição servirá como uma “ponte” entre você e a bolsa de valores. Assim, você poderá comprar e vender os investimentos, de acordo com a sua estratégia.

Quais são as vantagens desse investimento?

Além de saber como investir na bolsa de valores, vale a pena saber quais são as vantagens envolvidas. Uma delas é a possibilidade de escolher diversos ativos. Você pode comprar ações de empresas brasileiras, pode escolher um de fundos de investimento ou implementar estratégias diferentes.

Além disso, o potencial de ganhos pode ser elevado. Se uma empresa passar por uma valorização de 100%, por exemplo, os acionistas verão seu dinheiro dobrar.

Quais são as desvantagens de investir na bolsa de valores?

Porém, o investimento na bolsa de valores também tem pontos de atenção que não podem ser ignorados. Há desvantagens claras que você precisa considerar para não se precipitar.

O principal ponto negativo é o risco elevado. A volatilidade na bolsa de valores pode ser grande, o que significa que os preços oscilam bastante. Então, você pode ter ganhos, mas também sofrer grandes perdas.

Além disso, como os investimentos são de renda variável, não existem garantias quanto ao retorno. Então, você pode obter ganhos, mas também pode perder tudo o que investir na bolsa, dependendo da operação.

O consórcio pode ser um tipo de investimento?

Já que saber como investir na bolsa de valores pode não ser suficiente, como usar o seu dinheiro da melhor forma? Uma das possibilidades de investimento é o consórcio. Sim, mais que uma forma de pagamento, essa solução pode ajudá-lo a alcançar objetivos financeiros que o tornam compatível com um investimento.

Entenda melhor como o consórcio funciona e confira como você pode usá-lo como investimento!

Modalidade coletiva

Uma das principais características do consórcio é que ele é uma modalidade coletiva. Diversas pessoas consorciadas se reúnem em um grupo, o qual é controlado por uma administradora. Com isso, cada um oferece recursos mensais para que, ao final, todos tenham a carta de crédito de interesse.

Logo, se você escolher uma administradora segura e fizer os pagamentos em dia, terá a certeza de receber a carta de crédito, no máximo, até o final do grupo. Na bolsa de valores, como visto, não há a garantia de obter rendimento ou mesmo de recuperar o que foi investido inicialmente.

Sem juros

Outro ponto positivo do consórcio é que ele não prevê a cobrança de juros, como formas de pagamento comuns no mercado. Em vez disso, a principal cobrança é a taxa de administração.

Ela corresponde a um percentual do valor da carta de crédito e é dividida em todas as parcelas. Logo, corresponde a um custo fixo e que é diluído ao longo do contrato.

No caso da bolsa de valores, você também precisa pagar taxas variadas, como a taxa de custódia, a taxa de administração de fundos e mais. Ao somar todos os custos no longo prazo — como em um investimento de 30 anos —, você notará que os custos podem ser equivalentes ao da taxa de administração de um consórcio.

Sem entrada

Com o consórcio, você também não precisará pagar entrada. Após escolher o grupo e participar do grupo, você só precisa fazer o pagamento mensal das parcelas. Se tiver dinheiro guardado, pode fazer um lance para tentar antecipar a contemplação — mas isso não é obrigatório.

Com a bolsa de valores, você precisa investir quantias significativas para que os resultados sejam compatíveis. O lote mínimo de ações, por exemplo, é de 100 papéis. Se cada um for negociado a R$ 30,00, você precisará, no mínimo, de R$ 3 mil para o investimento inicial — o que não é necessário no caso do consórcio. 

Manutenção do valor da carta de crédito

Ao fazer um consórcio, você contrata uma carta de crédito, que será disponibilizada para você na contemplação. Porém, com o passar dos anos, é comum ocorrer a inflação. Esse é um aumento generalizado e contínuo nos preços e serviços da economia que pode afetar seu poder de compra. Então, a mesma carta de crédito de hoje não compraria o mesmo daqui a 10 anos, por exemplo.

Porém, não é o que acontece, porque o consórcio prevê um reajuste anual do valor da carta de crédito e das parcelas. Com isso, o montante sempre acompanha a inflação, garantindo a manutenção do poder de compras.

Na bolsa de valores, por outro lado, não há quaisquer garantias quanto à manutenção do capital investido. Em épocas de inflação alta, por exemplo, o retorno de um investimento pode não superar esse índice, fazendo com que seu patrimônio encolha.

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