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Refinanciamento de imóvel é uma boa opção?

28 de outubro de 2021
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Lidar com imprevistos muitas vezes pode atrapalhar nossos planos, não é mesmo? Quando fazemos uma dívida longa, não sabemos o que pode acontecer lá na frente: trocar de emprego, encarar uma demissão, crises econômica, entre outros. Tudo isso pode impactar o nosso poder de compra. Quando o assunto é habitação, esse problema pode ser amenizado por meio de um refinanciamento de imóvel.

Ao recorrer a esse tipo de crédito, as pessoas visam diminuir as despesas e ganhar fôlego no orçamento mensal. Assim, conseguem distribuir melhor a renda, utilizando esse respiro para outras necessidades consideradas mais urgentes. Se esse é o seu caso, está no lugar certo. Separamos neste texto as principais informações que você precisa saber antes de solicitar essa linha de crédito. Boa leitura!  

O que é e como funciona um refinanciamento?

Basicamente, o refinanciamento imobiliário é quando você negocia um empréstimo junto a um banco ou instituição financeira. Para isso, o imóvel de sua propriedade é usado como garantia para conseguir o crédito. O dinheiro do refinanciamento é calculado com base em uma porcentagem do valor do imóvel, ou seja, as instituições fazem uma avaliação antes de liberar o crédito.

Diferente de um financiamento, quando o valor total de um bem é quitado, aqui o banco empresta a quantia em dinheiro para o próprio solicitante. Com isso, é possível fazer o que quiser com o valor: seja para empreender, quitar uma dívida, fazer uma reforma, entre outras coisas. 

O que é alienação fiduciária?

Ao colocar o seu imóvel como garantia para conseguir o crédito, você não perde o direito de utilizá-lo e ele não deixa de ser seu. Porém, o imóvel fica condicionado ao pagamento do empréstimo, acarretando na alienação fiduciária. Apesar do termo parecer complexo, na prática ele significa que você colocou esse bem como garantia. Ao quitar a dívida, a alienação é desfeita. 

Refinanciamento imobiliário vale a pena?

Uma das principais vantagens de fazer um refinanciamento imobiliário é que você tem acesso a taxas de juros mais baixas. Isso acontece porque quando você oferece o seu imóvel como garantia, a instituição avalia que há um risco menor de inadimplência, ou seja, de não receber o valor emprestado de volta. 

Para se ter uma ideia, a diferença na taxa de juros pode ser até 10 vezes menor, quando comparada com a de empréstimo pessoal. Um outro ponto interessante nessa modalidade de crédito é o prazo para pagamento. É possível negociar um prazo maior, deixando as parcelas mais baratas e acessíveis.   

Desvantagens de um refinanciamento

Há poucas desvantagens nessa modalidade de crédito. A primeira é o risco, já que você vai colocar a sua casa como garantia para a instituição financeira. Por isso, o ideal é que você sempre pague as parcelas em dia. A recomendação, inclusive, é que você nunca deixe o prazo de vencimento de uma parcela passar dos 30 dias. 

Outra desvantagem é que você estará fazendo uma dívida nova. Caso você ainda não tenha quitado a sua casa ou apartamento, leve isso em conta. Até mesmo se tiver financiado um veículo recentemente. Será que, ao se comprometer com mais uma parcela fixa, você conseguirá arcar com ela até o final? Pense com cuidado. 

Quais os documentos para fazer um refinanciamento?

Ao escolher por essa modalidade de crédito, você terá que encaminhar alguns documentos para a instituição financeira. Os principais são:

  • RG;
  • CPF;
  • Certidão de casamento ou nascimento;
  • Comprovante de renda;
  • Comprovante de residência;
  • Matrícula do imóvel;
  • IPTU

Vale lembrar que a exigência de alguns documentos pode variar de banco para banco. Por isso, confirme com a instituição a lista necessária.  

Estabeleça objetivos e faça um planejamento

Muitas pessoas acabam recorrendo a empréstimos para realizar alguns sonhos, como viagens e compra de produtos. Porém, podem estar entrando em uma bola de neve financeira e se complicar lá na frente caso não consigam pagar. Em alguns casos, os bancos chegam a oferecer um empréstimo de até 60% do valor do imóvel, parcelado por até 20 anos. 

Vale ressaltar que essa modalidade deve ser usada apenas se você esgotar todas as alternativas. Ela é uma ótima aliada para se livrar de dívidas altas, substituindo parcelas que você não pode pagar por opções que cabem no seu bolso. 

Para não precisar aderir a esse crédito, o ideal é fazer um planejamento financeiro com objetivos claros. Estabeleça metas por mês, seja para guardar uma parte do dinheiro ou para pagar as dívidas. Você irá perceber que o tempo é o seu maior aliado. Após um tempo focando nisso, os resultados vão começar a aparecer e suas realizações pessoais poderão se tornar realidade. 

Agora que você já sabe o que é e como fazer o refinanciamento de imóvel, avalie todas as opções que você tem. Caso realmente seja necessário, essa talvez seja uma boa alternativa: juros baixos e um bom tempo para pagar. Aproveite! 

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